A partir de agora, para continuar comigo na busca por idéias surpreendentes, você vai precisar mudar de rumo.

Vem comigo para o www.canetascoloridas.com.br !

Espero que a viagem continue interessante

Novo Destino. canetascoloridas.com.br

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O vídeo abaixo é um registro de uma das conferências do “BlogWell” que apresenta cases de Social Media de grandes marcas como: Coca-Cola, Mc Donald’s, Dell e a dita cuja P&G.
Vale a pena assistir para sentir o que é social media para uma grande empresa com uma estratégia bem definida de relações públicas, uma definição muito clara da imagem que sua marca quer passar e que dá a devida  importância à gestão de relacionamento com os consumidores.
Exemplos de estratégias que mostram essa consciência da organização são:

  • A definição de “Gerenciadores de Comunidade” que são realmente engajados com a marca e com o segmento em que ela atua.
  • A análise das opiniões obtidas nas comunidades para aprimoramento dos produtos.
  • A criação de campanhas de rede social que se relacionam com a imagem global da marca, mas são cuidadosamente personalizadas para cada meio (diferentes sites, redes sociais).
  • O uso de um software desenvolvido internamente para atender a necessidades específicas.

Todos ouvimos as notícias entusiastas a respeito da marca de 500 milhões de usuários que o Facebook bateu na última quarta-feira, dia 21 de julho, mas o que isso realmente significa e será que isso realmente tem tanta importância? E através das inúmeras entrevistas em comemoração ao dia, choveram informações de quais rumos o Facebook irá tomar e dicas incríveis para usá-lo como ferramenta de negócios.

 Mark Zuckerberg

Mark Zuckerberg

Para começar, vale a pena conferir a entrevista com Mark Zuckerberg , fundador e CEO do Facebook feita pela ABC na sede da rede social.
Durante a entrevista Mark demonstra que não se preocupa com a repercussão do filme “The Social Network” que o ilustra com uma imagem egocêntrica; assume os erros cometidos em relação à política de privacidade, fala da necessidade de manter a publicidade para garantir o serviço gratuito, dos benefícios do uso livre da internet no ambiente de trabalho e de seu entusiasmo em relação às novas gerações no mundo online. A impressão que temos no final é de que o Facebook é uma empresa bilionária que consegue manter seus princípios e por isso ainda é muito divertida.

Em uma outra entrevista dupla para o autor de “The Facebook Effect” e o apresentador Guy Raz da “National Public Radio”, Mark matou ainda mais curiosidades relevantes sobre o comportamento de seus usuários e dicas para empreendedores. O blog All About Facebook selecionou as 7 mais importantes.

Mas e o tema principal dessa comemoração, o que significa ter 500 milhões de usuários?

O “The Economist” fez uma matéria perfeita sobre o tema.

Para começar a entender o tamanho da rede social, eles citam a conversa entre o ministro britânico David Cameron e Mark Zuckerberg, para marcar o apoio do Facebook à campanha de redução de gastos públicos; o que aumentaria o engajamento da população.

Outros dados apresentados falam das semelhanças entre o facebook e um país, sendo que com 500 milhões de usuários, a rede social seria a terceira maior nação do mundo. Mas, diferentemente de um país do “mundo real” como conhecemos, ele possui organizações horizontais definidas por interesses em comum e não por hierarquias (os grupos seriam como estados). Assim como um país, tenta estabelecer sua moeda oficial e pede o voto dos membros para mudar suas regras.

A missão defendida pelo Facebook é tornar o mundo mais aberto e conectado e torná-lo mais próximo da “Vila Global” prevista nos anos 60 por Marshall Mucluhan, um futurologista que eles amam. “O Facebook antecipa uma série de questões que acreditávamos que chegariam somente na próxima geração”, diz Edward Castronova professor da Universidade de Indiana. Entre as questões levantadas estão:
- O impacto das moedas virtuais na economia. (Ex. O governo chinês proibiu o uso de moedas virtuais na compra de produtos reais, em parte devido ao medo do impacto sobre o Yuan.)
- O fato de o log in do Facebook ser utilizado por empresas para permitir o acessos de seus funcionários em outros sites na Web, criando uma espécie de passaporte, o que poderia ser usado para fins governamentais.
E as negociações diplomáticas da rede social são tão inconstantes quanto as do “mundo real”.  Após a conversa com o ministro David Cameron, o Facebook negou-se a retirar mensagens postadas em tributo a um assassino e em troca foi repreendido pelo governo britânico.
Para fechar a matéria o “The Economist” afirma: “O Senhor Zuckerberg pode não ter nenhum terrítório, mas está determinado a defender sua posição”.

Você também se pergunta de onde vem essa febre de sites de descontos exclusivos por tempo limitado como o “Peixe Urbano”, “Clube Urbano” e o “Clickon”?
Esse tipo de ecommerce segue a tendência de “social shop”, já que para participar das ofertas é preciso ser membro do site e em alguns casos as ofertas só são liberadas após certo número de compradores.
E agora vem o @earlybird, cuja mecânica é a mesma: descontos exclusivos para os participantes (seguidores) com tempo e estoque limitados.
Mas de onde vem o lucro desse tipo de ecommerce?
O trecho a seguir do artigo do “New York Times” sobre a compra do Woot (um dos primeiros sites desse com esse modelo de negócio) pela Amazon pode esclarecer a dúvida:
Palavras do News York Times:
“Para os compradores, um site como o Woot se parece com um jogo onde eles competem com o relógio e contra outros usuários disputando em seus computadores pelas melhores ofertas. Para os varejistas, os sites são uma forma rápida de descarregar o estoque excedente e apresentar suas marcas aos consumidores”.
Porque eles vendem mais que um ecommerce convencional?
“O Amazon é para uma compra com foco; você vai até lá quando está buscando algo específico. O Woot é feito para convencer você a comprar algo que você nem sabia que precisava”, disse Sucharita Mulpuru, analista principal de e-commerce da Forrester Research.
Agora você começa a ver esses sites com um ar perigoso não é mesmo?
E tem mais, a filosofia de atendimento deles pode te fazer gostar menos ainda:
Ao contrário do Zappos.com, que todos nós admiramos pela perfeição no atendimento e preocupação com o consumidor, o Woot desdenha desse conceito.
“Em seu site, eles sugerem que compradores que tem dúvidas consultem o Google ou a Magic-8 Ball e se não gostarem de um item, que vendam no Ebay.”
E eles são muito engraçadinhos mesmo. Vejam o que Mr. Rutledge, chefe executivo do Woot, disse aos funcionários em relação à compra pela Amazon:
“Será como se simplesmente tivéssemos adicionado uma pessoa à hierarquia organizacional, exceto pelo fato de que essa pessoa é uma companhia bilionária que poderia comprar cada um de vocês como se fossem móveis do escritório”.
Mas, não dá pra imaginar que todo mundo vai ser um “Zappos”. A fórmula de lucro desse tipo de ecommerce deve ser realmente muito fechada, e sabemos o quanto custa uma boa equipe de atendimento. E quem é que resiste a ofertas como “Lavagem com hidratação Kérastase + escova modeladora no Jacques Janine por R$49” rsrs.
Bem, já que essa forma de negócio veio para ficar, é saber se controlar e aproveitar luxos e frescuras que acabam com o nosso bolso, mas com certeza põem um temperinho a mais na nossa vida.

De acordo com um estudo feito em Maio/10 pela Digital Brand Expressions, e publicado na Emarketer, 52% dos “social marketers” não têm uma estratégia para redes sociais. E dentre os que tem uma estratégia, a maioria acredita que ela não supre todas as suas necessidades.
Entre as necessidades não atingidas estão: a criação de políticas para comunicações contínuas em redes sociais (Ex. repostas a comentários), monitoramento da reputação da marca e protocolos de como as redes sociais devem ser usadas por diferentes departamentos da empresa.

Confiram abaixo o gráfico com o ranking das estratégias mais utilizadas:

Ranking das estratégias mais utilizadas em redes sociais

Ranking das estratégias mais utilizadas em redes sociais

E com qual departamento os “social marketers” acham que fica a gestão das redes sociais? Apesar de na maioria dos casos, a responsabilidade ficar com a área de marketing, RP e vendas, a maioria deles acha que o pessoal do RH e do atendimento ao cliente também deveria ser envolvido.

Ranking dos departamentos envolvidos em Social Media

Em conclusão, o relatório ainda sugere que a empresa envolva todos os seus departamentos a fim de, ter maior sucesso em sua estratégia.

Tremor, uma subsidiária da Procter & Gamble formada por cientistas cognitivos, revelou o segredo responsável por 100% dos casos de word of mouth (wom): a quebra de esquemas cerebrais.

De acordo com Steve Knox, CEO da Tremor, nosso cérebro é feito para “não pensar”. Ele guarda modelos mentais que nos permitem realizar tarefas rotineiras como dirigir, escovar os dentes, etc… E economiza a maioria do seu processamento para um momento de crise.

Quando você vê algo que não se encaixa em nenhum de seus modelos mentais, seu cérebro entra desequilíbrio e uma das formas de retomar o equilíbrio é falar sobre o ocorrido.

E qual a relação disso com o Marketing? Para criar o efeito WOM eles utilizam os mesmos princípios. “Eles falam quando damos a eles um pouquinho de surpresa que não se encaixa em seus modelos mentais”.

E ele lembra que não estamos falando de Buzz Marketing, já que esse tipo de Marketing quebra esquemas que não estão ligados diretamente à categoria ou marca do produto. Esse tipo de marketing é geralmente visto em um comercial engraçado (o humor é disruptivo em sua essência).

A verdade fundamental

Um Word-of-mouth efetivo quebra esquemas que estão diretamente ligados ao núcleo da sua categoria ou marca. E a quebra não pode ir tão longe da verdade fundamental que o consumidor a rejeite. Ex. A tentativa de dar à Las Vegas uma imagem de “ambiente amigável para a família” era muito disruptiva, mas ficava muito longe do esquema original de que Las Vegas é um “playground para adultos” e o consumidor rejeitava a idéia.
Um efetivo Word-of-mouth quebra suavemente e não radicalmente a verdade fundamental do consumidor.

Entender porque um consumidor quer falar sobre a sua marca é uma das áreas mais transformadoras no Marketing.

Tenho uma fome imensa por novas palavras, vindas de qualquer idioma.

Como tento sempre entender o motivo das minhas vontades, cheguei o mais perto que consegui do motivo dessa fome: a vontade de adquirir novos conceitos, visões de mundo.

Acho que todos têm essa idéia de forma inconsciente, mas adoro tornar as idéias mais concretas pra aumentar minha consciência sobre mim mesma e sobre o que quero e imagino que vocês também possam lucrar com essa brincadeira de coleção de idéias a respeito da linguagem.

Dos livros que conheço do avesso, separei alguns trechos que demonstram essas idéias e que podem talvez, aumentar a consciência de vocês sobre a importância das palavras, e quem sabe tornar nossos pensamentos mais lógicos e mais próximos da verdade.

Pensamos em Português

“a linguagem contém uma visão de mundo que determina nossa maneira de perceber e conceber a realidade” FIORIN, J. L. Linguagem e Ideologia.

A língua materna determina e diferencia a maneira pela qual o indivíduo recebe, sente, processa, elabora e compreende sons emanados do ambiente, dando-lhes ou não um “colorido” emocional no sentido da linguagem… Além disso, estaria relacionada a formação de um tipo especifico de cultura e da mentalidade particular de cada grupo étnico. Leia mais.

Quanto menos palavras, menor a consciência sobre quem somos:

“Vidas Secas” – Graciliano Ramos:

“Na verdade nenhum deles prestava atenção às palavras do outro: iam exibindo as imagens que lhes vinham ao espírito, e as imagens sucediam-se, deformavam-se, não haviam meio de dominá-las. Como os recursos de expressão eram minguados, tentavam remediar a deficiência falando alto.”

“Fabiano sempre havia obedecido. Tinha muque e substância, mas pensava pouco, desejava pouco e obedecia. (…) Vivia tão agarrado aos bichos. Nunca vira escola. Por isso não conseguia defender-se, botar as coisas em seus lugares. (…) Se lhe tivessem dado ensino, encontraria meio de entendê-la.”

Filme - Vidas Secas

Filme - Vidas Secas

A Hora da Estrela” – Clarice Lispector

Madame Carlota pergunta se ela tem medo das palavras e Macabéa responde: “Tenho sim, senhora.”

Nunca esqueceria que no primeiro encontro ele a chamara de “senhorinha”, ele fizera dela um alguém.

Ela era de leve como uma idiota, só que não o era. Não sabia que era infeliz. (…) Essa moça não sabia que ela era o que era, assim como o cachorro não sabe que é cachorro. Daí não se sentir infeliz. A única coisa que queria era viver. Não sabia para quê, não se indagava. Quem sabe, achava que havia uma gloriazinha em viver. Ela pensava que a pessoa é obrigada a ser feliz. Então era.

Holanda (1992, 68) sobre “O Estrangeiro” de Alberto Camus:

“tendo perdido a adesão ao que as palavras vinculam, perdeu aí, a significação do mundo até então seu. Seu silêncio assinala desapropriação do mundo, desinteresse.”

Leia mais:

Três Marginalizados Entre a Palavra e o Silêncio: Fabiano, Macabéa e Biela

Vidas Secas: A incomunicabilidade no livro e no filme

The Fail Whale

"Fail Whale"

A baleinha ficou muito tempo escondida, ate que o Twitter começasse a dar pau constantemente.

A “Fail Whale” superou a irritação dos usuários frustrados e conquistou o status de ícone do Twitter.

Mas sua criadora, Yiying Lu, difícil de digitar rsrs, continuava desconhecida, ate que um tal de Tom Limongello resolveu fazer uma camiseta com a baleia estampada e criou um hit entre os usuários do site www.failwhale.com, uma comunidade de fãs  da criatura.

Como todos queriam aquela camiseta, ele contatou Yiying Lu e criou uma loja no zazzle.com com muitos itens inspirados na “Fail Whale”.

Agora os fãs podem comprar artigos personalizados e ainda apoiar a artista.

E a historia só fica melhor rsrs.

A comunidade www.failwhale.com decidiu contar ao mundo sobre o zazzle.com/failwhale. A idéia foi juntar grana e enviar 20 camisetas para os escritórios do Twitter, junto com um recado de apoio ao projeto e um pedido de que eles enviassem um Tweet de agradecimento com o link da loja.

A loja no Zazzle faturou $4200.00 das mais de 12.000 visitas que conseguiram desde o dia desse Tweet  (25 de junho).

Fil Whale Tweet

Fil Whale Tweet

Atualmente a comunidade failwhale apóia a loja no Zazzle e também uma loja criada por Yiying Lu no failwhaleshop.com.

A história e valorizada pela estratégia utilizada e por mostrar um resultado super positivo de redes sociais para promover o artista. Tudo começou com a liberação da imagem na web pela artista, e terminou em um resultado super recompensador pra ela.

Mais provas do sucesso:

Homer - The Fail Whale

Homer - The Fail Whale

Fonte:

http://www.readwriteweb.com/archives/the_story_of_the_fail_whale.php

 

Produtos inspirados nos Biscoitos Globo

Produtos inspirados nos Biscoitos Globo

Como boa Paulista, não tinha nem idéia do sucesso dos Biscoitos Globo no Rio de Janeiro.

E o pior que é muito sucesso mesmo.

Pra você ter uma idéia, você pode comprar bolsas, cangas e há até quem use brincos de biscoito Globo por aí…

Eles são feitos da mesma forma desde 1.963 e não envolvem muitas máquinas no processo, muito menos exploração de funcionários ou conceitos modernos e chatérrimos de administração de empresas.

A embalagem ilustra uma imagem feita por uma padeiro, e possui cores que ajudam camelôs analfabetos a identificarem os sabores.

O segredo do sucesso ninguém explica.

Leia mais na Revista Piauí 

As melhores artes sobre Gripe Suína, de acordo com o site “Design You Trust“.


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